Raiz da MPB
 


BBB X POVO BRASILEIRO

 x 

Amigos, para variar, neste início de ano, inicia-se também, a mediocridade na TV brasileira.

A Globo, para variar, vai lançar a 12ª edição do BBB... O seu intuito, da Globo, dever ser o de continuar a burrificação do povo brasileiro através da telinha, e vem, novamente, inundar de mediocridade e futilidade os lares brasileiros. Não bastasse a violência física que se apresenta todo dia nos noticiários, a "poderosa", dá uma ajudinha violentando a mente dos seus telespectadores com essa @#$$@$@&%(!!!

O que se vê no BBB o que há de pior no ser humano: desconfiança, inveja, conversas fúteis, falta de tolerância, maldadde, apologia ao álcool, falta de escrúpulos, ho,ossexualismo, etc., etc., etc. E o pior de tudo é que a Globo faz isso paracer normal e que aqueles que assim agem são "herois"!!!

Não sou racista, homofábico e nem quaquer outro tipo de restrição étnica, religiosa ou de opção sexual, mas, venha e venhamos: "herois"???

A grande inteligÊncia do apresentador, para mim, se desfaz no exato memonto em enche o peito e sorridente, quase aos orgoasmos múltiplos, anuncia: "meus herois"! De que? Da bandalheira, da falta de cultura, da mediocridade, da futilidade? Nada contra os herois do Bial serem mediocres, futeis e até burros,mas, o que me deixa indignado é que isso passa como algo muito bom aos menos avisados, deslumbrados, aos menos esclarecidos. Imagino que muitos telespectadores se espelhem nessas "celebridades" do vazio craniano.

Hoje, necessariamente, a burrificação do povo brasileiro (taí uma juventude ignorante, sem educação e se achando dona do mundo) passa pelos meios de comunicação. Senão vejamos: jornais e revistas (esmagadora maioria) estampam em suas manchetes fofocas, diz-que-me-disses, a celulite da fulana na praia, os casos de amor do cicrano, o carro novo de beltrano; rádios e e televisão tocam músicas (se é que se pode chamar assim) com letras interessantíssimas: balnça os bracinhos pra lá, vai descendo até a boquinha da garrafa, delícia assim você me mata (só se for de tédio), meteores da paixão e assim vai. Nada que, como dizia meu velho e saudoso pai, "dê leite"...

Como este é um blog que prioriza a boa música, faço uma sugestão: por que não fazer um reality sobre a música brasileira? Levando ao público as músicas e compositores e instrumentistas e cantores que realmente fazem a única música brasileira - a boa música. Não dá ibope? É claro que não. Acostumaram o público com a lavagem (de porco) intelectual e agora querem oferecer caviar? Para se acostumar com alguma coisa se faz necessário vivê-la todos os dias e com o que há de bom na música não será diferente, mas, temos que começar.

Imaginem as  músicas de Chico BUarque, Cartola, Vinicius, Lupicínio Rodrigues, Gil, João Bosco, Noel Rosa, Catulo da Paixão Cearense, dentre outros, interpretadas por Adriana Calcanhoto, Seu JOrge, Mariza MOnte, Palinho da Viola, Ana Carolina, Beth Carvalho, etc... Seria o céu na terra. Mas, ao contrário é só porcaria que se ouve.

A Globo, na sua grandiosa penetração, deveria fazer um favor ao povo brasileiro. Levar um pouco mais de cultura e educação, principalmente aos jovens, tão carentes do que é bom. É graças ao povo brasileiro que a empresa é uma das maiores no mundo da comunicação. Deveria se dar ao respeito e principalmente respeitar seus telespectadores.

E TENHO DITO!!!





 Escrito por mauroguaracy às 12h02
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A ERVILHA ROSA TRANSGÊNICA QUE QUERIA PENSAR

 

Estou aqui, sentado ao computador, comendo uma improvisada farofa com pão de forma integral (???), tomando uma bebida típica da minha mediocridade gustativa (meio cerveja Malzebier (Preta e doce) e meia cerveja comum (amarela e amarga). Assim, encontro o meio termo e consigo beber a “mardita” cerveja.

Como prometi a um grande amigo uma postagem especial, especialmente para ele, agora o faço, fugindo em parte ao objetivo do blog, mas, alegre por ter tido ânimo para cumprir com o prometido.

Hoje mais cedo, estava lembrando algumas músicas antigas e me vieram à mente algumas marchinhas de carnaval. Lembrei-me da marcha rancho Estrela do Mar (Marino Pinto e Paulo Soledade). De uma simplicidade e beleza estonteante, conta a estória de um grão de areia que se apaixona por uma estrela. Conta que, de tamanho amor, platônico (ou não) algum tempo depois apareceu a estrela do mar. Vale salientar que a postagem LETRA E MÚSICA, bem como a pequena biografia dos autores será desta linda melodia.

Daí me veio a estória (ou história) de uma ervilha transgênica rosa que queria pensar. Assim como o grão de areia, a ervilha tinha verdadeira admiração pela mente arguta, brilhante e genialmente criativa de um comentarista de postagens bloguianas. Ao ler os comentários de seu ícone criativo, delicia-se e tenta alcançar com a mediocridade da sua insignificância mental os argumentos cuidadosamente delineados por ele.

Sua intenção, a da ervilha transgênica rosa, é chegar, ao menos, se aproximar da inteligência e cultura de seu ídolo, arvora-se, funde seu tico e teco, aprende primariamente a usar do dicionário e cai desfalecida, murcha e claudicante ante a supremacia cristalina, notória e óbvia da mente superior do comentarista.

Sua transgênia (rosa...) se faz mais visível, mais perceptível, quando, diante da superioridade incomensurável de seu ídolo, começa a tecer a ele, comentários esdrúxulos, ofensivos e sem noção. Lembrei-me daqueles fãs que doentemente, fazem do objeto de adoração razão da sua perdição. Já não basta mais apenas adorá-lo, sua mente (???) doentia quer seu fim para não ter que conviver com a dor da sua mediocridade. A ervilha, neste ponto, tira suas roupas íntimas, pisa em cima, chora e sapateia sobre elas tentando aliviar sua dor. É inútil.  Não há como alcançar ou ao menos se aproximar da genialidade da mente do comentarista.

Finalmente, na música, de tamanha adoração, de tamanha admiração, eis que, algum tempo depois aparece a estrela do mar. Não sei, ou melhor, sei, mas, não quero frustrar a esperança desta pequena ervilha, de que irá, algum tempo depois aparecer a ervilha rosa transgênica pensante...

. . . I-M-P-O-S-S-Í-V-E-L . . .

E TENHO DITO!!!

 




 Escrito por mauroguaracy às 00h35
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LETRA E MÚSICA

 

ESTRELA DO MAR (MARINO PINTO – PAULO SOLEDADE)

 

Um pequenino grão de areia

Que era um eterno sonhador

Olhando o céu viu uma estrela

Imaginou coisas de amor

Passaram anos, muitos anos

Ela no céu, ele no mar

Dizem que nunca o pobrezinho

Pode com ela se encontrar

 

Se houve ou se não houve

Alguma coisa entre eles dois

Ninguém soube até hoje explicar

O que há de verdade

É que depois, muito depois

Apareceu a estrela do mar

 

 MARINO PINTO

 

Marino Pinto (Marino do Espírito Santo Pinto), compositor e jornalista, nasceu em Bom Jardim RJ, em 18/7/1916 e faleceu no Rio de Janeiro RJ, em 28/1/1965. Filho de Diogo Feliciano Pinto, barbeiro que tocava violão e cantava nas horas vagas, foi para o Rio de Janeiro, em 1927, morar com um tio. No ano seguinte, ingressou no Ginásio São Bento, onde conheceu o músico Plácido Oliveira, seu grande incentivador. Nessa época fez sua primeira composição, Ilka, dedicada à namorada.

Em 1929, freqüentando a Rádio Philips, tornou-se amigo do cantor Sílvio Caldas e da cantora Sônia Barreto. Em 1934 entrou na Faculdade de Direito, onde conheceu J. Maia, autor de teatro musicado, e o caricaturista Ozon, com os quais passou a freqüentar o meio jornalístico e o Café Nice, ponto de reunião dos artistas, tornando-se amigo dos grandes compositores da época, entre os quais Orestes BarbosaCustódio MesquitaJorge Faraj e Mário Lago. Nessa época, trancou a matrícula na faculdade e começou a trabalhar no jornal Avante.

Em 1936, foi credenciado pelo jornal O Globo como seu representante na assembléia legislativa do Rio de Janeiro e, nessa função, conheceu o então interventor Ernâni do Amaral Peixoto, de quem se tornou amigo. Trabalhou depois nos jornais A Pátria, A Nação, O Mundo e A Nota e nas sucursais da Folha de S. Paulo.

Em 1939 fez a letra de Fale mal, mas fale de mim (com Ataulfo Alves), dedicado ao escritor teatral Paulo Magalhães e gravado por Araci de Almeida. No ano seguinte ainda com Ataulfo Alves, compôs Positivamente não e Continua, também gravados por Araci, na Victor. Ainda em 1940, fez Deus no céu e ela na terra (com Wilson Batista), gravado por Carlos Galhardo, e em 1941 compôs N-A-O-til, não (com Wilson Batista).

Em 1942 fez A morena que eu gosto (com Wilson Batista) e Aos pés da cruz (com Zé da Zilda), grande sucesso na voz de Orlando Silva. No ano seguinte, abandonou o jornalismo e passou a trabalhar como gerente da Casa Waldeck cujos vendedores eram Milton de Oliveira e Haroldo Lobo, o qual, mais tarde, seria seu parceiro no samba Por mais um pouco e na marcha Retrato do velho. Ainda em 1943, em parceria com Sílvio Caldas, compôs 50%, gravado por Araci de Almeida.

Deixando o emprego e dedicando-se somente à música, em 1945 compôs Ele disse adeus (com Claudionor Cruz), samba gravado por Araci de Almeida, na Odeon. Em 1946, com Nestor de Holanda e outros compositores, fundou a SBACEM. Nesse mesmo ano, compôs Eu, ele e você (com Luís Bittencourt), que foi gravado por Orlando Silva, na Odeon.

Em 1947 fez Cidade do interior (com Mário Rossi), lançado pela Odeon, na voz de Araci de Almeida. Ainda nesse ano, escreveu a segunda parte da letra de Segredo e Cabelos brancos, composições de Herivelto Martins que se tornaram grandes êxitos nas vozes de Dalva de Oliveira e dos Quatro Ases e Um Curinga, respectivamente. Também em 1947, compôs o samba Rei do circo (com José Roy e Mário Rossi), onde antecipava a candidatura de Getúlio Vargas à presidência da República.

No Carnaval de 1951 Vargas já era presidente, quando Francisco Alves lançou, com muito sucesso, a marcha Retrato do velho (com Haroldo Lobo). Nesse ano, foi nomeado censor do Departamento Federal de Segurança Pública e obteve novo sucesso com a gravação da música Se o tempo entendesse (com Mário Rossi), por Lúcio Alves.

Em 1957 e 1958 foi presidente do conselho deliberativo da SBACEM. Ainda em 1958, compôs Prece (com Vadico), gravado por Helena de Lima. Em 1959, foi eleito conselheiro vitalício da SBACEM e no ano seguinte tornou-se presidente da entidade. Ainda em 1960, Elizeth Cardoso lançou pela Copacabana o LP Magnífica, incluindo apenas composições dele com seus parceiros. Em 1962 e 1964 foi reeleito para a presidência da SBACEM.

De 1965 é sua última música, a valsa Minha cidade (com Mário Rossi). Deixou cerca de 300 composições, inclusive muitos sucessos de Carnaval, como Chega, já é demais (com Humberto Porto), gravado por Carlos Galhardo em 1940, e Jacarepaguá (com Paquito e Romeu Gentil), gravado pelos Vocalistas Tropicais em 1949.

 PAULO SOLEDADE

 

Paulo Soledade (Paulo Gurgel Valente do Amaral) nasceu em 1919 Paranaguá, PR, e morreu em 1999 no Rio de Janeiro, RJ. Compositor, produtor de shows, empresário. Interessou-se por música desde a infância, mas sua primeira atividade artística foi como ator.

Em fins da década de 1930, trabalhou em um pequeno grupo onde atuavam Gustavo Dória, Luísa Barreto Leite, Ziembinski, entre outros. Na década de 1940, viajou para os Estados Unidos para realizar curso de piloto de caça. Regressou como tenente da Força Aérea Norte-Americana, ingressando posteriormente em uma companhia aérea comercial como comandante. Manteve-se nessa função por um período de sete anos, abandonando-a por problemas de saúde.

Fundou no Rio de Janeiro o "Clube dos Cafajestes", grupo de boêmios que ficou famoso com o "Hino dos cafajestes" que ele compôs para grupo. Nessa época atuou também como produtor de shows.

Em 1950, teve sua primeira composição gravada, a marcha Zum zum, com Fernando Lobo lançada por Dalva de Oliveira. Foi um grande sucesso do Carnaval. Nos anos seguintes, teve muito êxito com as composições feitas em parceria com Marino Pinto, Fernando Lobo e outros. Suas músicas foram gravadas por cantoras como Araci de AlmeidaEliseth CardosoLinda BatistaEmilinha Borba.

Em 1961, abriu a Boate "Zum-Zum", onde apresentava produções de Aloysio de Oliveira, quase sempre ligadas ao novo movimento musical carioca – a Bossa Nova –, do qual participavam artistas como Sylvia Telles, Lenie Dale e Vinícius de MoraesData dessa época a marcha-rancho Estão voltando as flores, que logo se tornaria um hino nas noites cariocas.

Em 1980, teve as músicas O pato e O relógio, parcerias com Vinícius de Moraes, lançadas no LP "A Arca de Noé". No ano seguinte, as músicas O peru, O pinguim e A formiga, em parceria com Vinícius de Moraes, foram gravadas no disco "A arca de Noé volume 2".

Em 1990, no projeto "O Som do Meio-Dia" foi apresentado espetáculo em sua homenagem, no qual suas obras foram executadas. Em 1996, Miltinho regravou Estão voltando as flores e Emílio Santiago fez o mesmo no ano seguinte.

Em julho de 2001, o crítico R. C. Albin homenageou-o no espetáculo "Estão voltando as flores", com as Cantoras do Rádio. O show virou disco de igual título, lançado em 2002 pela Som Livre. Dentre seus sucessos, destacam-se ainda Estrela do mar, com Marino Pinto, Insensato coração, com Antônio Maria, Já é noite, com Fernando Lobo eSonho desfeito, com Tom Jobim, e as músicas infantis como O pato.

 



 Escrito por mauroguaracy às 00h28
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O ORIGINAL E A VERSÃO

Sempre que toco e canto alguma música o faço como a sinto e não tento, mesmo porque não tenho voz para tanto, imitar o intérprete original. Há pessoas que não concordam comigo. O Pedrão por exemplo, acha que temos que ser o mais fiel possível ao arranjo original. Tudo bem, é uma opinião. O Cupim, um dos grandes instrumentistas da região (guitarra), tira os solos do Guilmour com tamanha perfeição que, se fecharmos os olhos pensaremos se tratar do próprio. Eu admiro a sua técnica e capacidade de fazê-lo, mas, uma "viajada na maionese" as vezes mudaria e enfeitaria o solo um pouco e lhe daria um toque pessoal.

Adoro ficar ouvindo música no PC e ficar jogando Biliard Blitz 2. Passo horas e horas assim. Hoje, sai do trabalho, peguei o filhote (Gustavo) na amiga que cuida dele e voltei para casa. A patroa trabalhando, logo o Gustavo dormiu, diga-se de passagem ao som de Beatles. Mas, não foi só isso, ele dormiu ao som das músicas dos Beatles com arranjos e versões em chorinho. Isso mesmo! Descobri quatro cd's das músicas dos rapazes de Liverpool tocadas por instrumentistas brasileiros em rítmo de choro. É uma perfeição e um deleite para os ouvidos. A capacidade do músico brasileiro é algo incomensurável.

Daí, entrei em estado de graça e busquei ouvir outros cd's do tipo. Joias raras com Emmerson Nogueira tocando e interpretando os clássicos americanos dos anos 70 e 80. Tem músicas que acredito ficar melhor que com o original. Os puristas e fãs do Pink Floyd que me perdoem, mas, para mim é o caso de "Shine on you crazy diamond". Seus arranjos simples para violão, as vezes piano e sempre com uma percussão marcando o compasso são simplesmente deliciosos. É claro que tem músicas que somente o interprete original, né? Belchior, por exemplo. São poucas as suas músicas que ficam bem com outro após sua gravação por ele. João Bosco é outro que não me agrada interpretado por outros. A marca deixada por João Bosco nas suas interpretações é única. Seu violão à perfeição e seus arranjos vocais juntados ao naipe de metais muito bem conduzidos, bateria e percussão dos deuses, um baixista encantado e um outro violão abusado, dão cores que não se pode "falsificar". É como uma obra prima. Em seu DVD Obrigado Gente, ele convida alguns músicos para participações especiais e Djavan. Eles cantam Corsário e, por mais que goste de paixão de Djavan, achei fraquinho mesmo. Olha aí, Djavan é um que suas músicas cabem muito bem em outras interpretações, não é? 

Exemplo de intérprete que após deixar sua marca é difícil de se ouvir com outro é Chico Buarque. O engraçado é que Chico pode ser tudo, menos cantor. Uma voizinha, me desculpem, sem vergonha, mas, onde ele põe a voz  a-c-a-b-o-u!!!

Para findar, estou escrevendo e ouvindo Willie Nelson interpretando clássicos americanos como Stardust, Unchained Melody, All of Me e outros. Sem nenhum exagero, vou aos céus com suas interpretações. A sua voz dedicada ao country music é maravilhosa nestes arranjos.

Música, Divina música... O que seria do mundo sem este presente de Deus para nós pobres mortais? E TENHO DITO!!!



 Escrito por mauroguaracy às 19h41
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Freddie MErcury - 65 Anos

Mesmo voltado para a MPB, não podemos, correndo o risco de ir de encontro a tudo que dissemos anteriormente quanto á música de maneira geral, deixarmos passar o aniversário de Freddie Mercury. Vocalista do Queem, Freddie Mercury ultrapassou as barreiras do comum, utilizando-se primeiro de sua incomum musicalidade, da incomum voz e interpretação dada as melodias e finalmente à sua presença de palco. Destaque-se a coragem de se apresentar com uma das maiores vozes eruditas, Montsserat Caballet, Freddie mostrou ao mundo que para a boa música não existe barreiras. Barcelona é para mim um marco na história da música universal.

O que é bom não tem fronteiras. E TENHO DITO!!!



 Escrito por mauroguaracy às 09h51
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LETRA E MUSICA

ENTREVERO NO JACÁ

 

Vou mandar fazer um jacá

Prá vender minha criação

Mas eu vou misturar-iá

As galinha com os leitão

Pego aqui mas vendo ali

caço cá caço acolá

mas quarqué caça que caço

vou bota no meu jacá

Tem jacutinga, tem jacú, jacaré em jacá

Tudo a gritá

A galinha corocó

Saracura trenspop

e o peru faz glu, glu, glu

gulugulugulu - culó, culó

A porca qüem, qüem

O leitão qüim, qüim

A perdiz pirim pim pim

pirilipilim, pilim, pilim

 

Amigos, tentei várias vezes hospedar o arquivo para postar aqui, mas, infelizmente não conseguí.

Vou procurar ajuda assim que conseguir uma maneira de postas o arquivo, farei e, todos vão poder se deliciar com esta jóia do cancioneiro popular.

Abraços.



 



 Escrito por mauroguaracy às 22h31
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ENTREVERO NO JACÁ

A internet é, QUASE SEMPRE, maravilhosa, não? Há muito tempo queria lembrar da letra de uma música da minha infância cantada pelo grupo gaúcho chamado "Os Farroupilhas". Comecei então a procurar nos sites tipo Google, nos de MPB, nas comunidades, foruns e tudo o que achava que poderia me render uma resposta afirmativa. Durante muito tempo esperei por alguma resposta e nada.

Um dia, quando nem me lembrava mais dos pedidos de socorro me aparece um e-mail: era o Jorge Kawamura. Ele também estava procurando pela letra da música e  tentamos, juntando o que eu lembrava e o que ele sabia juntar os pedaços e reconstituir a letra. Um pedaço daqui ooutro dacolá, mas, não tinhamos a certeza da fidelidade dos versos.

Hoje, qual não foi minha surpresa, ao abrir meus e-mail's e encontrar: 

Caro Guaracy

 
                 Finalmente encontrei a nossa tão desejada música, no site 4shared.com.br.
                 Mando anexa a música. Bom proveito!
                    Abraço.


                                           Jorge

Quase não pude esperar para chegar em casa e ouvir o arquivo enviado pelo Jorge. Não consigo explicar a satisfação, a alegria, o êxtase de ouvir novamente o Entrevero no Jacá. Não sei o autor e a letra é uma brincadeira com trocadilhos e vozes de animais. É simples, talvez até boba, mas, nada paga a sensação de voltar aos meus 10 ou 12 anos... A lembrança de meu Pai... da casa onde vivíamos... da família reunida... de tocar violão com "Seu Mauro"... Aliás, que estiver passando por aqui e souber a letra de " adeus um lenço branco que se agita, esperança que palpita, vontade de tornar a ver..." envie para mauroguaracy@hotmail.com que serei eternamente grato.

A letra de Entrevero no Jacá vai hoje no Letra e Música, transcrita ouvindo o arquivo que o Jorge Kawamura me enviou. Obrigado. E TENHO DITO!!!





 Escrito por mauroguaracy às 22h14
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Creio ser um bom momento para postar a letra desta música. A música brasileira participando da história nacional e se levantando contra a ditadura, contra o AI-5, através de dois compositores brilhantes da MPB. Eu entendo a letra e sei o contexto em que foi escrita.

CÁLICE - CHICO BUARQUE E GILBERTO GIL

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor e engolir a labuta?
Mesmo calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada, prá a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

De muito gorda a porca já não anda (Cálice!)
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, Pai, abrir a porta (Cálice!)
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade?
Mesmo calado o peito resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Talvez o mundo não seja pequeno (Cale-se!)
Nem seja a vida um fato consumado (Cale-se!)
Quero inventar o meu próprio pecado (Cale-se!)
Quero morrer do meu próprio veneno (Pai! Cale-se!)
Quero perder de vez tua cabeça! (Cale-se!)
Minha cabeça perder teu juízo. (Cale-se!)
Quero cheirar fumaça de óleo diesel (Cale-se!)
Me embriagar até que alguém me esqueça (Cale-se!)

 

http://www.youtube.com/watch?v=-u_j328TsS0




 Escrito por mauroguaracy às 15h41
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O ANÔNIMO

                                ESTE SER VULGAR E DESPREZÍVEL...

Antes de qualquer coisa e, como ando com um dicionário debaixo do braço, vamos dar significado ao termo: do Grego a-, “sem”, mais onoma, “nome”, ou ...  


 ·  aquele que não assina o que escreve

·  aquele que se quer manter desconhecido

·  sem nome

·  sem assinatura

·  sem denominação

·   Indivíduo obscuro, sem nome ou renome

 

Todas as definições tiradas do dicionário sovacal que carrego comigo.

Em síntese os medrosos, os covardes, aqueles que não confiam no que diz, os conhecidos que querem passar por desconhecidos, enrustidos, etc., etc. etc...

Fazendo uma analogia, poderíamos, para melhor elucidar o público menos capaz, o anônimo seria assim... acéfalo, ou: sem cérebro, sem cabeça, literalmente e biologicamente uma ostra. Ah! Não se pode confundir com a mula sem cabeça, ta? Esta é uma outra coisa e que em outra oportunidade poderei discorrer sobre as lendas e o imaginário popular.

O interessante é que tudo o que não presta vem do anonimato: grupos de extermínio, corrupção, tráfico, chantagem. Não são somente idéias toscas em comentários nos blog e assim como a unanimidade é burra, o anonimato é marginal. Aqueles que se escondem por traz de apelidos para dizer o que quer ouve o que não quer. Já que não me é dado conhecer quem diz ou escreve posso imagina-lo como bem entender. Aqueles que têm algo a dizer e tem segurança no que fala, mesmo que não seja a verdade (quem somos nós para termos certeza da verdade, não é?), se expressam livremente, já que a liberdade de expressão é condição “sine qua non” da democracia, o faz e assina embaixo. E TENHO DITO!!!



 Escrito por mauroguaracy às 15h21
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7º CONCURSO DE MÚSICA DE SENADOR CANEDO

Amigos leitores:

Dia 27/05, sexta-feira, irá acontecer a etapa classificatória da área central, do 7º Concurso de Música de Senador Canedo. As modalidades são: música gospel, pop rock, sertaneja, rap e MPB. Para variar, estaremos lá. Eu (voz e violão), Rafael (baixo) e Jordana (bateria), formamos o Trio Raiz da MPB e vamos interpretar Papel Marchê de João Bosco. Aos amantes da música, convidamos para estarem lá prestigiando o evento e principalmente, torcendo por nós. 

E TENHO DITO!!!




 Escrito por mauroguaracy às 19h36
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ENERGUMINOSE IGNOBILENSIS

 

Hoje fujo um pouco da intenção deste blog, a música popular brasileira de boa qualidade, ou, como diz um grande amigo e que eu muito admiro; uma peça indiscartável, professor (que dó, gente!!! Ter que tratar com os infectados), mas, que ama o que faz e por consequência o faz bem, a MPE (Música Popular Elitista), para tratar de uma doença infectocontagiosa, seus sintomas, tratamentos e o triste fim dos pacientes terminais.

Muito me preocupa a proliferação da dita cuja, principalmente porque atinge nossa juventude e tem levado muitos dos jovens ao burricídio (fase terminal), deixando seus contaminados de miolo mole, dislexia (outro vírus o tipo 2), dado que a dislexia tipo 1 e genética, amnésia (geralmente "desconhecem" quem são), grande confusão com o alfabeto, trcando "x" por "ch", 'q' por"g" e desconhecimento completo da pontuação. Muitas vezes reconhecem sua confusão na grafia das palavras e na total falta de nexo nas frases, em razão da absoluta falta, ou a colocação equivocada dos sinais gráficos e pontuação, mas, que, na sua demência virótica, preguiça mental (outro grave sintoma), falta de leitura (poderia ser até de anúncio classificado), preferem ignorar e tentam, com pseudo 'tiradas engraçadas", amenisar sua idiotice.

Em caso recente, em apenas quatro dias a virose se propagou, acometendo duas "antas" (nome dado a quem adquire a doença) com os sintomas e os levando a reivindicar a energuminice para si.

O que me deixa um pouco menos aterrorizado é que existe um grupo onde o risco de contágio é nulo. Aqueles que primaram pelo conhecimento, mesmo sem uma boa e regular escola, os leitores assíduos das obras de boa nascidura, aqueles que pelo trabalho assimilaram conhecimento e cultura e diversos outros tipos incluídos nesse grupo.

Para os casos em primeira fase, o remédio mais eficaz é fazer os infectados retornar às salas de aulas. Já nos casos terminais, não há nada que os faça sair da situação do suicídio intelectual, dado ao total comprometimento da sua massa cinzenta.

E TENHO DITO!!!



 Escrito por mauroguaracy às 11h42
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OS "MELHORES" DO ANO?!?!?!?

 

Não sei onde vivem e nem tão pouco o que ouvem e vêem, ou melhor, devem ver o "Domingão do Faustão" e nada mais. Não devem ver, ouvir, ler nada além dessa porcaria Global, uma vez que, os três concorrentes para a votação do público, é feita pelos funcionários da Globo.

Para se ter uma noção, montei uma tabela com as quatro últimas edições do "prêmio" e a constatação é de que o Brasil parou. Olhem só a bizarrice: Victor e Léo, NX Zero levaram três dos quatro anos como banda ou dupla; NX Zero Luan Santana e Restart levaram três dos quatro anos como revelação; Luan Santana, Padre Fábio de Melo e Daniel levaram três dos quatro anos como cantor e música do ano é para acabar de vez, olhem só: Meteoro, de Luan Santana; Você Não Vale Nada, do Calcinha Preta; Tem Que Ser Você, de Victor e Léo e para arrematar, tcham, tcham, tcham, tcham... Razões e Emoções, do NX Zero. Poderia eu, entrar na dança dos medíocres e poemizar assim: "Perdi as razões e emoções. Porque tem que ser você? Você não vale nada, arrasou comigo como a queda de um gigantesco meteoro..." Que m@#%#&da, não? Aliás, dizem que em seu novo "show" este Luan Santana, em um efeito de mágica desaparece. Poderia dar algo errado e ele nunca mais aparecer em lugar nenhum... Ou então ao ser "catapultado" para o palco, pudesse ele, ser catapultado para a Líbia, bem no colo do Kadaf.

Até concordo com aquela roqueana peça descartável, quando prega o pau em certos tipos, bandas ou cantores e cantoras, músicas, estilos musicais e coisas do gênero na MPB (razão seja dada ao infame, tudo é música popular brasileira). O pior de tudo é que o Sr. Faustão é um alardeador da cultura, da boa música, dos bons livros, etc... Será que aquela babação  do apresentador Globolino em cima desse povo é pelo dinheiro ou será que já foi convertido ao pior da cultura brasileira? Será que se ele pudesse faria algo diferente? Grana creio que ele não precise mais, mas, talvez não tenha "rabo" para sair da Globo e procurar fazer um programa que acrescente algo ao telespectador.

Medíocre, raso (heim, Dule?), triste, infame, ridículo, e tudo o mais que se puder lembrar de adjetivos desse nível para os "melhores do Ano". Ou será do ânus??? E TENHO DITO!!!

Constatem a falta de gosto do povo brasileiro:

2010

 

Melhor Banda ou Dupla

Victor e Léo

Revelação Musical

Restart

Cantor

Luan Santana

Cantora

Ivete Sangalo

Música do Ano

Meteoro (Luan Santana)

2009

 

Melhor Banda ou Dupla

Victor e Léo

Revelação Musical

Luan Santana

Cantor

Padre Fábio de Melo

Cantora

Cláudia Leite

Música do Ano

Você Não Vale Nada (Calcinha Preta)

2008

 

Melhor Banda ou Dupla

NX Zero

Revelação Musical

D’Black

Cantor

Seu Jorge

Cantora

Ivete Sangalo

Música do Ano

Tem Que Ser Você (Victor e Léo)

2007

 

Melhor Banda ou Dupla

Jota Quest

Revelação Musical

NX Zero

Cantor

Daniel

Cantora

Ivete Sangalo

Música do Ano

Razões e Emoções (NX Zero)

 

 



 Escrito por mauroguaracy às 16h00
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LETRA E MÚSICA

Para aqueles que acham que o rock mudou alguma coisa para melhor, aí vai uma letra do Chico Buarque, contestando a ditadura, com sentido, intelegência e uma melodia maravilhosa. Para um bom entendedor, pingo e risco é francisco.

CÁLICE - CHICO BUARQUE DE HOLANDA

Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga

Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

Como é difícil acordar calado

Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Ese silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

De muito gorda a proca já não anda

De muito suada a faca já não corta
Como é difícilo, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontgade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Talvez o mundo não seja pequeno

Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça

PS.: Biografia do "monstro" já postada.




 Escrito por mauroguaracy às 15h19
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LETRA E MUSICA

Manias - Dolores Duran

Dentre as manias que eu tenho uma é gostar de você

Mania é coisa que a gente tem mas não sabe porque
Mania de querer bem, às vezes de falar mal
Mania de não deitar sem antes ler o jornal
De só entrar no chuveiro cantando a mesma canção

De só pedir o cinzeiro depois da cinza no chão

Eu tenho várias manias, delas não faço segredo

Quem pode ver tinta fresca sem logo passar o dedo
De contar sempre aumentado tudo o que diz ou que fez
De guardar fósforo usado dentro da caixa outra vez
Mania é coisa que a gente tem mas não saber porque

Dentre as manias que eu tenho uma é gostar de você
...

...uma é gostar de você

 

Dolores Duran (Adiléa da Silva Rocha – 07/06/1930 – 24/10/1959)

Terceira dos quatro filhos do casal Armindo José da Rocha e Josefa Silva da Rocha. O pai era sargento da Marinha. Nasceu na Rua do Propósito, situada no bairro da Saúde, centro do Rio de Janeiro. Desde os três anos de idade já cantava. Aos cinco, já participava das festas populares de reisado e do grupo de pastorinhas (saía vestida de anjo), realizadas no bairro. Morou nos subúrbios cariocas de Irajá e de Pilares. Teve problemas de saúde na infância (reumatismo infeccioso), um dos motivos do problema cardíaco que lhe acometeu na idade adulta. Aos dez anos, incentivada pelo amigo da família chamado Domingos, resolveu participar do programa de calouros de Ary Barroso (Calouros em Desfile). A pequena Adiléa escolheu a música "Vereda tropical", que interpretou fantasiada de mexicana, com letra em português e espanhol. Tirou nota máxima, o elogio de Ary e 500 mil-réis. A partir daí, passou a aparecer em vários programas da época, sempre aos domingos. Aos doze anos perdeu o pai, fato que precipitou sua profissionalização, já que necessitava ajudar a família nas despesas.

Casou-se em 8 de julho de 1955 com o radioator e compositor Macedo Neto. O casal não teve filhos, mas adotou uma menina (Maria Fernanda Virgínia da Rocha Macedo). Separaram-se três anos depois. Chegou a manter um romance com o músico e compositor João Donato, mais novo do que ela. Mas o namoro chegou ao fim, quando Donato foi morar no México. Na madrugada de 23 de outubro de 1959, depois de um show na boate Little Club, a cantora saiu com amigos para uma festa no Clube da Aeronáutica. Ao sair da festa, resolveram 'esticar' no Kit Club. A cantora chegou em casa às sete da manhã. Ao dirigir-se para seu quarto, disse à empregada: "Não me acorde, estou muito cansada. Vou dormir até morrer." De fato, faleceu ainda naquela manhã, enquanto dormia. Suspeita-se que havia abusado de barbitúricos e de bebida alcoólica. Depois de sua morte, a amiga e cantora Marisa Gata Mansa entregou alguns de seus versos para serem musicados por Ribamar. O compositor Carlos Lyra fez músicas sobre versos inéditos deixados por ela.



 Escrito por mauroguaracy às 08h45
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P.S.:

Para quem quiser se deliciar com a música Gago Apaixonado, de Noel Rosa, eu indico a formidável interpretação, do não menos formidável João Bosco, no CD/DVD/SHOW  "OBRIGADO GENTE". Aproveite e entre em orgasmos múltiplos ouvindo o restante do trabalho que conta com a participação de Djavan, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda dente outros. E TENHO DITO!!!



 Escrito por mauroguaracy às 11h20
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BRASIL, Centro-Oeste, SENADOR CANEDO, Homem, de 46 a 55 anos, Música, Esportes, Mountain Bike


 


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